Exílio?

Quando cheguei,ninguém me aguardava.
Munido de meu saco de viagem,minha capa de Lórien,protegi-me da chuva e caminhei.
Nada de pétalas e súditos.
Experimentei apenas a noite que me envolvia,o vento castigando meu rosto.
Nada de reverencias ou pedidos de perdão, ajuda ou clemência.
Vim ser feliz.
Tentar sorrir novamente depois das constantes derrotas que sofri nos últimos tempos.
Um desejo de encontrar minha paz, meu equilíbrio que foram abalados por tudo o que ocorreu comigo recentemente.

Onen i Estel édain,u chebin estel anim.


Assim que cheguei, abracei Arathorn.
Ele veio,beijou-me e me deu um abraço apertado.
Conversamos até tarde eu eu falei de você.
Falei o quanto preciso de seus conselhos,seu apoio e seu amor.
Porque você mesmo sabendo meus defeitos e manias, escolheu não desistir de mim como outro alguém tinha feito.
Que em você eu tenho o diálogo que necessito, o julgamento seguro de quem zela por quem se sente amor.
Ele disse que tinha orgulho de seu filho amado, e que tudo o que eu tenho passado é passageiro.
Dele,não tenho nem ouro,prata ou diamantes.
Tenho exemplos e bons conselhos.
Palavras que assim como as suas, são de preocupações quanto a estar preso a quem talvez não mereça as benesses que o rei proporciona,mas que talvez, àqueles olhos, sejam apenas de um homem comum.
Sinto ,de tempos em tempos,a pequenez dos homens simples,logo eu ,régio e sábio,antes poderoso,hoje tão vulnerável.

Mas quero e vou me reerguer com sua ajuda,escudeira fiel que nunca abandona seu rei,àquela em quem decidi apostar minhas fichas e na qual eu nunca tive prejuízo.
Vou me levantar novamente e empunhar o estandarte do Rei ,que causavapavor e apreensão aos meus inimigos,tolos que achavam estar livres de mim.
A guerra que tenho travado me deixou marcas, mas tu tens me curado,com teu bálsamo de amor, com todo o carinho e cuidado que tens para comigo.
Vida longa ao Rei .
Mas vida a ti,querida e amada criança,que veio trazer um raio de luz num coração tomado pela angústia e escuridão, vítima de um amor a qual ele parece viver sozinho.

VIDA LONGA AO REI

Soneto de Separação


‘Eu confio a meu Rei minha vida, minhas fortunas, minha alma. Confio nele o dia de seu retorno, pois neste momento, é a única corda em que posso me segurar.’

Quando eu digo que te amo não é da boca para fora. Não é e nunca foi. Também, como poderia ter sido após nove anos de amizade? Durante todo esse tempo aprendemos a aturar as chatices, mongolices e a saber que ambos gostam de ter seus desejos atendidos a seu prazer. Aprendemos também que somos fortes, se separados e invencíveis, se juntos.

Pois é, meu amigo. Nesse ano passamos por poucas e boas. Poucas, boas e ruins. Poucas pessoas que mereceram nossa importância, boas risadas e ruins momentos de angustia que por alguns minutos levaram nossos sorrisos embora. angustia essa que soubemos partilhar um com o outro sem fazer dela um peso ou uma obrigação. Sorrisos esses que nos ajudaram a seguir em frente, confiando que, independente da guerra em que entrássemos, sairíamos bem e vitoriosos, pois já temos a coragem de lutar.

Amanha você estará indo para uma terra distante e desconhecida por mim. Uma terra onde estarás desprotegido de meu olhar e minha espada, porém, sei que estarei em seu coração. Sei que ao menor sinal de perigo, chamarás pelo meu nome e eu estarei empunhando a espada ao seu lado, gritando palavras de encorajamento para que, mais uma vez, mostre a todos que um guerreiro nunca desiste da batalha.

Durante esse ano você me ensinou o que é ter alguém com quem se importar de verdade e lutar para que esta sempre esteja bem. Você me ensinou o que é ter alguém que caminha ao nosso lado mesmo à distancia, não dependendo a trilha a ser percorrida.

Não passaremos o fim de ano juntos, mas passaremos na mente e no coração um do outro. E para o ano vindouro não posso lhe desejar ouro, prata ou preciosidades. Até poderia, mas não quero. Quero desejar-lhe que se livre de seus medos e anseios, tornando-se mais leve e vivo. Que aprenda a bater de volta, pois chega uma hora em que não se pode mais virar o outro lado. Que reconheça em si próprio o rei que sempre foste e ainda és.

Meu caro, meu rei, meu amigo, meu tudo. Você, sem duvida nenhuma, com esse jeito doce tornou-se a pessoa mais importante de minha vida. A base de minha alegria, a fonte de minha fibra o motivo de meus sorrisos. Você é o que me faz querer continuar e por isso eu lhe sou grata. Sou grata por todas as palavras, gestos e esporros. Sou grata simplesmente pelo fato de você me deixar ser parte de sua vida. Para esse ano que se aproxima eu lhe desejo felicidade, paz, amor e que você consiga se libertar dos guilhões que prendem sua mente a um passado, a valores e a sentimentos que só lhe fazem mal, mesmo que com a melhor das intenções. Nunca se esqueça que de boas intenções, o inferno está cheio e as lágrimas não deixam de cair por causa delas.

Simplesmente te amo ,te respeito e admiro (por mim e por ela). Siga em paz e volte para mim. Boa viagem.

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.



‘Desculpe por meu mau-jeito de escrever, mas tudo se torna tão difícil de ser escrito quando é para você. Primeiro, por seus elevados padrões e altíssimo bom-gosto. Segundo, pois nem todas as palavras do Michaelis poderiam expressar o carinho, respeito, admiração e gratidão que eu tenho por ti. (Agora chega de babar seu ovo porque se não em janeiro estréia O menino do ego infladinho 2 nos cinemas.)’

Já nem tão inquebrantável...


É mais ou menos isso que acontece quando tentamos tomar decisões pelos outros, protegendo-os do mundo. A vida dá uma guinada, puxa nosso tapete e nos deixa caídos de bunda no chão olhando para o teto.

Hoje meu mundo ruiu. Não que ele algum dia tivesse sido inteiro, mas a ultima parte que se mantinha de pé, caiu. Caiu porque eu não soube mantê-la em pé e porque ela quis se jogar. Infelizmente, creio que não havia nada que eu pudesse fazer a não ser falar a verdade, falar o que eu estava sentindo. Mentir é sempre a pior opção e, embora eu tente demonstrar o contrário, sou um ser humano passível de erros e mudanças de opiniões e atitudes. Nem sempre eu consigo manter o que eu prometo para mim mesma, mas eu um dia te prometi amor, lealdade e amizade eternos e desta forma seguirei.

Se foi errado, impróprio ou qualquer outra coisa, já não importa mais. Aconteceu, é passado. Águas sob a ponte não podem ser trazidas de volta. Lágrimas derramadas não perdem o seu sentido. Palavras proferidas não perdem seu valor, nem positivo, muito menos negativo.

Meu coração está mais partido por saber que você está sofrendo por motivos alheios a mim e eu nada posso fazer para te ajudar. E os motivos que me competem, não tem solução. Como dizem: o que não tem remédio, remediado está.

Costumávamos dizer que nossa amizade era inquebrantável e nada, nem ninguém poderia afetá-la. Só esquecemos de colocar em pauta que as duas únicas pessoas com permissão para deixar que qualquer coisa atrapalhasse, éramos nos mesmos. Que nossa lealdade vai até o infinito, mas nossa mente vai muito mais além. Somos duas pessoas de gênio forte que gostam de ter seus pedidos atendidos e não questionados. Isso é ruim para ambos os lados e, como eu previ, causou problemas.

Sinceramente, não sei se estou errada, se estou certa ou se realmente há um lado certo em toda essa situação. Só sei que um dia você me mandou seguir meu coração e deixá-lo aberto para quem quer que fosse entrar, sem medos, sem receios. Para que perdesse um pouco do meu escudo e tentasse viver um pouco mais de forma que eu ficasse livre. Assim o fiz, entre cacos e lágrimas, tornei-me mais humana. Talvez mais do que deveria, mas do que precisava. Tornei-me humana por nós dois e hoje, sinto o peso de minha escolha.

Eu sei que você não me cobra nada e que não aponta o dedo para mim, mas suas palavras, mesmo proferidas com a mais pura inocência, têm um peso grande para mim e você sabe disso. Não expressarei mais minha opinião, coisa que já devia ter deixado de fazer há muito. Desejo do fundo do meu coração que as coisas melhorem para o seu lado e que tudo fique bem, seja aqui ou em uma terra distante.

Ser humano...


Então é isso. Uma vez que você atravessa a porta, não tem mais como voltar. Uma vez que escolhe cair e perder sua graça, seus direitos divinos e suas asas, não tem mais volta. A partir do momento em que você escolhe ser humano, não dá para ser pedra outra vez.

Aprender a sentir faz parte do processo, e uma vez que você aprende, começa a se doar. Não é se doar por partes, não é selecionar onde vai pisar ou quando vai cair, mas sim, abraçar as situações de forma que não possa largá-las. De forma que elas façam parte de quem você é e não tenha como tirá-las de dentro de você.

Aí é que está o ponto crucial de ser humano: qual a razão de se doar e sofrer por outros seres que parecem não dar o mínimo valor? Que colocam inúmeras coisas a frente de nossas ações e nos deixam sem o menor reconhecimento?

Qual a razão de ser estar ao lado de quem não reconhece ou ate mesmo negligencia nossas atitudes, mesmo quando são feitas com o mais puros dos corações? E ainda assim continuar fazendo tudo o que é certo, tudo o que devemos, tudo o que nos faz repensar nossas ações e chegar, às vezes, às mesmas conclusões, agindo da mesma forma, cometendo os mesmos erros, ouvindo as mesmas desculpas esfarrapadas de sempre.

Então, se é tão difícil fazer o que se deve, tomar as atitudes certas para o bem de todos a volta e permanecer na escuridão, sem o reconhecimento merecido, sem uma palavra de gratidão ou qualquer outra atitude que demonstrasse que o alvo de nossas ações percebeu que nós estivemos ali durante todo o tempo, como um anjo da guarda, muitas vezes abdicando de nossas próprias vontades para simplesmente estar ali, porque continuamos fazendo tudo da mesma forma? Será que é pelo simples prazer de dar sempre com a cara na parede?

Vejamos então, pelo outro ponto. Por que são tão poucas as pessoas que agem dessa forma? Por que tão poucos conseguem assumir a figuração na vida de outras pessoas, esquecendo-se, de que são protagonistas de suas próprias vidas? Porque ser assim exige muito. Exige muito de si, exige muito dos outros. Ser desprendido da necessidade de reconhecimento, de ser o centro das atenções, mesmo que dentro de suas próprias casas, tem uma demanda de maturidade, experiência e desapego que a maioria das pessoas não possui. Que poucos conseguem separar o fazer o que é certo do fazer o que é bom. Fazer o que se deve do fazer o que é mais fácil.

No meio disso tudo fica aquele sentimento de vazio, de que todos os esforços foram desnecessários e que talvez, não valha a pena ser desta forma. E martelamos na cabeça que da próxima vez tudo será diferente, que seremos tão filhos-da-puta quanto os outros são, que não nos importaremos com nada e largaremos tudo de mão. Então, outra tempestade vem e as nossas ações não são nem de longe parecidas com o que pensamos que seria. Muito pelo contrario, são tão semelhantes ao que sempre foram. E isso porque somos humanos. Humanos de verdade, com a consciência de que devemos fazer o certo, não ferir o próximo, não desejar o mal do outro em troca do nosso bem. Porque vivemos, diariamente, abdicando de nossos direitos em favor de nossos deveres. Essa foi a escolha que fizemos ao nascer, e a não ser que percamos nossas asas, assim será, pois quando nos damos de coração, por mais que doa, por mais que chegue uma hora em que não dá mais para agüentar, que é impossível superar uma dor ou um sofrimento, nossa graça aparece, e esta é a nossa graça, doar. Doar incondicionalmente, mesmo quando parece que não dá mais, você se doa um pouco, e quando parece que acabou, você se doa um pouco mais.



Bom dia, ou quase isso

Bom dia. Quero dizer, bom dia a vocês. Amanheci com uma dor de cabeça da porra, que vem me assolando há 15 dias e ao olhar pela janela, avistei um brilho quase cegante no céu. Um sol horrivelmente brilhante no céu para acabar com a minha sexta-feira.

Ja percebi que isso está fazendo parte dessa minha nova fase. Nova fase, nova purificação.

Aos que ficam, desejo um dia tranquilo, sem nervosismos. Que esse sol horroroso sirva para alguma coisa, alegrar os mortais corações de todos.

Beijos

Lonelyness

"This beautiful city seems empty. All the people in the world and you can still feel lonely. What's the point of having it all without the person you love. Sometimes you just need to start again in order to fly." -

Alicia Keys

Carta de um policial a um bandido

Senhor Bandido,

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.
Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas "conquistas" quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.
Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.
Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita. 
Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado.
Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará.
Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial. 

Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

É...

Assumo.
Vivo uma relação altamente desgastada.
Pelo tempo.
Pelos atos.
Pela falta deles.
Tudo contribuiu para isso.
Essa ladeira abaixo pisando no acelerador.
Viver a 2 é complexo.
A 4,mais difícil ainda.
São atitudes que não posso ter.
São palavras que não posso proferir,mesmo sabendo que estou certo.
Tenho um "filho" que não é meu filho e por mais que ele me irrite, eu gosto do pequeno.
Só que por mim ele perdeu o respeito.
Por mim e pelo resto de sua família.
Mas eles, seus familiares, não enxergam o pequeno monstrinho que estão criando e alimentando com sua OMISSÃO.
Acham que chamar a atenção de quem age de forma errada é uma infâmia tão grande qtos aos
"merdas" e "vai se fuder" que essa criança aprendeu a proferir.
Ele sabe exatamente o que diz.
E parece se deleitar com isso.
Que incrível manipuladorzinho ele ja é.
E só tem 9 verões.
Sou intruso em uma casa repleta de erros.
Onde deixar a criança fazer o que bem lhe aprouver é menos cansativo do que botar de castigo.
Gritam,pegam a vassoura e proferem impropérios.
E ele ri.
Com escárnio.
Sabendo que aqui dentro ele sai impune de todas as coisas erradas que faz.
Lá fora,quando crescer,aí entra na dança.
Vai aprender na marra o que queremos passar na lição.
Vai aprender na prática,o que a gente tenta ensinar na teoria.
A mãe,essa acha que permitir as ações erradas é compensar a ausencia dela.
Ledo engano.

Tá criando cobra.
E quem cria cobra, uma hora amanhece picado.

Reflexo

Do outro lado do salão,eu vejo você.
Noto em seu olhar uma sensação de tristeza.
Um desejo de manter o que se ganhou com tanta demora e que se perdeu com tanta presteza.
Desespero.
Contemplo a minha própria imagem no espelho.
Silêncio.
O que faz com que as reflexões sobre erros e acertos sejam colocados na balança.
E a consciência,essa velha que nos cobra sobre atitudes e valores,sempre está lá.
Para nos lembrar que NADA do que fazemos de bom ou ruim nos deixam sair ilesos.
Às vezes, ela volta para cobrar.Injusta e fria,ela cobra sem querer saber sobre alegações ou explicações de nosso modus operandi.
Sincera e implacável, ela vem nos submeter a confissões por vezes dolorosas.
Não sei o que de bom eu deixaria hoje para os que ficam.Não escrevi um livro,não plantei uma árvore.
Só amei.
Amei como um pastor que tem amor em pregar para os gentios.Amei como se talvez eu nada mais pudesse fazer a não ser isso.
Mas a vida te cobra um preço muito alto por amar demais.
Você acaba se "anulando" pelo outro.
Sua individualidade se esvai como o tempo que passa e não volta.
Bella disse : "Cada minuto que passa eu estou mais perto do fim..."
Faço destas as minhas palavras.
O que eu deixo como legado para as gerações vindouras?
Que tipo de exemplo minhas atitudes servirão às outras pessoas?
O amor?
O conselho?
O amor pode ser encontrado de mil maneiras diferentes,seja físico,em troca de um punhado de notas,seja "por mais que eu te ame,nunca terei você".
O conselho,você pode encontrar nas páginas de livros de auto-ajuda,nas revistas semanais de fofocas e celebridades instantâneas.
O que eu deixo para o mundo?
Lacuna.
E a sensação "de que poderia ter sido".
Mas para isso, os elfos não têm resposta.

Quem escreve: