domingo, 1 de novembro de 2009

Pretend is another way to be.


He made me see my weakness and don’t fear or be ashamed of it. He show me that is good to have someone to trust, to talk and just don’t care about what he think about us. Someone to tell our deepest secrets, our beliefs and to be cater to.

For one night I could be myself. Even showing just a part of me. The good one, the week one, the woman. And I did it so calm, so gently that I couldn’t recognize myself. I had no idea I could be so true, so human.

I don’t know what happened. Maybe I was feeling different. Maybe he had changed me. Maybe I’m changing. Or not. Maybe I was affected by beer. Or not. I have such no idea of what happened in that night. All I know is that I want so badly to repeat it. It feels good. Even when I’m constantly thinking about disappear or just listen to him.

And in the middle of all that I get lost. He says that wants to change me, but even tough I want to let him to, I can’t. there’s a lot of things between us. There’s a lot of people between us.

So now I don’t know what to do. I don’t know if it worth the sacrifice of changing a life and getting into another person’s life or let he come into mine. The point is that he’s already inside of me. And there’s a tinny line called ego under my feeling. A blind line I can´t cross over. At least not alone. A line which makes me think if it’s all real or not. A line that goes against every single thing I’ve been seeding and feeding for too many time just to leave it, between heaven and hell, between happiness and all.


Please Morpheus, let me go. Wake me up.




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Sentir? O que é isso mesmo?



Beleza? Check. Inteligencia? Check. Sex? Check. Amor? Amor? Helllloooo, alguém pode me dizer onde o amor foi parar?

Assim, eu não estou tentando parecer prepotente, metida ou nada do gênero, mas embora eu não me ache bonita (estou até com uns quilinhos acima do peso), as pessoas dizemque sou. Outros me classificam como gostosa, comestível...
Quanto à inteligência, modéstia a parte, sei que sou. Sexo? Vou bem, obrigada... aí chega a parte onde tudo sai dos trilhos.

Amor para mim é utopia. É como o Santo Graal ou coisa do gênero. Não é algo que possa realmente ser alcançado por mim. Acho que eu passei tanto tempo fugindo de todo e qualquer sentimento que eles fugiram de vez. Então, se eu sinto alguma coisa, qualquer coisa que seja, eu entro em pânico e arrumo um jeito de deixar de sentir e ficar ainda mais fria.

Sentir assusta. Sentir demonstra fraqueza, humanidade. Demonstra a possibilidade de ser ferido, magoado. Com amizade, família, namorado... é tudo sempre assim. Eu tento fazer tudo o mais superficial possível. Tento transformar todas as relações em superficiais, me protegendo assim, de uma possível perda.

E se eu me entregar a esses sentimentos e de repente me afogar neles? E se um dia eles deixarem de ser correspondidos? E se eu sofrer? Se doer tanto que eu não consiga respirar (de novo?). Será que vale a pena abaixar a guarda? Colocar a prova toda a minha estrutura por conta disso tudo? Estrutura que eu levei algum tempo para (re) construir. Por isso não me envolvo, não participo nem deixo que participem. Eu sou sempre o Olho de Sauron no céu, impenetravel, mas em todos os lugares.

Não, não vale. E se acontecer, eu fujo. Corro, com todas as minhas forças e toda a minha rapidez contra isso, por que gostar de alguém é fácil, difícil é deixar de gostar. Deixar de gostar é que são elas... e aquelas.



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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O ser humano é como o vento


 

Com os meus vinte anos de experiência (tá, tudo bem, eu não tenho tudo isso rodado. Fiquei um tempo na garagem e talz, mas e daí?) eu aprendi a não esperar muito de ninguém. Nem de mãe, nem de pai, ou de qualquer outro ser que respirasse ou tivesse um coração batendo.

Por quê? Ah, pelo simples motivo que às vezes é impossível evitar, mas alguém sempre vai nos decepcionar. Não importa a proximidade, o motivo, raça, credo ou qualquer outra coisa. Às vezes é coisa da nossa cabeça, mas as vezes é simplesmente que não dá pra cumprir o que foi dito por motivos que para o outro, parecem descabidos, idiotas ou sem qualquer importância.

É sempre assim. A importância é questão de referencial. O que para um pode ser importante, para outro não é. Alias, acho que hoje em dia tudo é questão de referencial. As opiniões mudam de acordo com corpos, onde habitam as mentes. E mentes são mais vulneráveis do que corações, pois corações, por mais que tentemos uma hora ele deixa escapar o que há dentro dele. Já a mente, pode se fechar como um casulo e enganar todos à sua volta. O coração se trai, a mente não.

Então, foi por isso que eu decidi, como forma de proteger meu coração e minha mente, não esperar nada de ninguém. Não esperar palavras, ações ou pensamentos. Não esperar ajuda, não esperar nada a custo nenhum. Porque o que acontece quando superestimamos o valor de alguém é que esse valor se torna o parâmetro desta pessoa para nós. E aí começam as comparações. De todo, o pior não são as comparações, pois estas sempre existirão independentes de qualquer coisa, mas o perigo está no fato de que, quando esse padrão for quebrado por qualquer que seja o motivo, e ele será, o nosso mundo acaba junto. O dia em que a pessoa fugir ao idealizado pela nossa cabeça, e acredite, ela em algum momento irá, a fascinação acaba e começam os problemas.


Por isso, eu não espero, não idealizo, não acredito. Eu vejo o ser humano como o vento, que ninguém pode segurar e muda de direção facilmente, a seu desejo. Não adianta tentar controlar, segurar ou entender. Ele faz o que quer e, como não dá pra controlar o outro, a única solução é controlar a nós mesmos.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Os efeitos da maconha











Dois amigos estavam fumando maconha e foram pegos pela polícia. No dia do julgamento o juiz, que estava de bom-humor, disse:

- Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance! Ao invés de irem pra cadeia, vocês terão que mostrar para as pessoas os terríveis males das drogas e convencê-las a largá-las! Compareçam ao tribunal daqui uma semana, pois eu quero saber quantas pessoas vocês convenceram!

Na semana seguinte os dois voltaram e o juiz perguntou para o primeiro homem:

- Como foi sua semana, rapaz?

- Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas para sempre!

- 17 pessoas? - disse o juiz, satisfeito - Que maravilha. O que você disse para elas?

- Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei 2 círculos como estes:

O o

Aí apontei pro círculo maior e disse:

- Este é o seu cérebro em tamanho normal... - e apontando pro menor - E este é o seu cérebro depois das drogas!

- Muito bem! - aplaudiu o juiz, virando-se para o outro sujeito - E você? Como foi sua semana?

- Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!

- 234 pessoas? - exclamou o juiz, pulando da cadeira - Incrível! Como você conseguiu isso?

- Utilizei um método parecido com o do meu colega. Desenhei 2 círculos como estes:

o O

- Mas eu apontei para o círculo menor e disse:

- Este é seu cu antes da prisão...

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Teste de fidelidade

 
Eu era feliz...
A minha namorada e eu estávamos juntos há mais de um ano, por isso decidimos casar.
Só havia uma coisa que me chateava, era a irmã mais nova dela.
A minha futura cunhada tinha 18 aninhos, usava minissaias e grandes decotes...
Tinha a mania de vir se abaixar bem perto de mim, e tive muitas vezes visões agradáveis da sua roupa interior.
Um dia ligou-me e convidou-me pra ir ver os convites do meu casamento. E lá, disse-me que em breve eu estaria casado, e que ela tinha sentimentos e desejos por mim que não conseguia e nem queria esquecer.
Ela queria fazer amor comigo somente uma vez antes de eu me casar.
Eu fiquei em total choque e nem consegui dizer uma palavra.
Ela disse:
"Vou lá pra cima para o meu quarto, se quiseres, só tens de subir e
apanhar-me..."
Fiquei atônito. Estava congelado enquanto a observava subir as escadas. Quando ela chegou ao topo da escada, puxou a calcinha e atirou-a pela escada para mim.
Eu fiquei lá por um momento, então virei-me e fui direto para a porta da frente.
Abri a porta e saí da casa. Caminhei em direção ao meu carro.
O meu futuro sogro estava lá fora. Com lágrimas nos olhos abraçou-me e disse:
"Estamos muito contentes que tenhas conseguido passar no nosso pequeno
teste!
Não podíamos pedir um melhor homem pra nossa filha, bem-vindo à família!".


Moral da história:
"Guarde sempre os preservativos no carro"

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Bom dia!


Good Moooooooooooooooooorning, Modesto!  
(Essa só vai entender quem viu Monstros vs. Alienígenas)

Ops, acordei a cidade errada!
Bom dia, Rio!!!

Acordei há pouco neste meu delicioso dia de folga. Irei ao curso a noite e curtirei meu diazinho de boa.

Mais tarde passo aqui para dar noticias e postar algum texticulo de minha autoria.

Beijos

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Teatro Para Alguém






A tecnologia está a cada dia mais mudando a rotina das pessoas. Desde a forma de se comunicarem, passando pelo trabalho, chegando ao lazer. Tudo está interligado. Tudo é observado e tudo é absorvido.

Muitas formas de lazer sucumbiram à tecnologia e outras simplesmente fazem dos gadgets mundo atual seus aliados. É isso que está começando a acontecer com o teatro.

Essa forma de arte partiu da mera utilização de luzes, sons e projeções para um nível mais elevado. Um teatro ‘on line’ onde o espectador pode assisti-lo de onde bem entender, desde que tenha um computador.




 Essa é a proposta do Teatro Para Alguém (www.teatroparaalguem.com.br), levar a arte e o dinamismo até onde o espectador precisa.

Na sala de estar dos idealizadores do projeto, o diretor de arte e fotógrafo Nelson Kao e sua esposa, a atriz Renata Jesion, é que tudo acontece. O’palco’ passa uma impressão intima, aconchegante e pessoal.

Bom, se o projeto vai ser abraçado pelos amantes do teatro da forma que eles esperam só o tempo vai dizer, até porque esse assunto já causou polemica entre os do metiê. Mas os que já fazem parte da nova moda garantem: ‘ É prático, ousado e intimo. Parece que a peça está sendo feita especialmente para mim. Eu adoro isso.’

Vale a pena clicar: www.teatroparaalguem.com.br

Beijomeliga, Dani

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Por que eu escrevo?



Eu parei para pensar por que eu escrevo. Talvez eu escreva porque não falo. Ou quem sabe falo demais. Talvez eu escreva porque ouça muito. Ou porque tudo o que eu ouço me confunde e me compõe. Eu absorvo tudo. Não deixo passar nada. Analiso cada palavra, cada possível sentido, cada vírgula e cada respiração. E de cada analise sai uma conclusão. Como um relatório do que foi ou deve ser feito. Ignorar ou verbalizar?

Quem sabe eu nem escreva. Eu cuspa palavras em um papel ou jogue meu sangue sobre as teclas de um computador. Tudo o que me vem fagocito, absorvo e devolvo para o mundo. Tudo o que me vai leva também um pedaço de mim e um pedaço daqueles que me compõem.

O que fica no meio não importa. É apenas o cenário para essa troca nem sempre justa, nem sempre real e muitas das vezes descabida. Uma troca alucinante que me faz ser quem eu sou. Que me faz descobrir a cada dia mais que ser invisível não é ruim, mas que estar todo o tempo sob um holofote não é de todo bom. Que para mim não basta só escrever. Tem que fazer, tem que buscar, ousar e trocar a todo momento. Trocar palavras, trocar sangue, trocar alma, trocar sorrisos, porque o sorriso é o único holofote que realmente nos faz sentir vivos. O sorriso é o saldo de todas as trocas. É a nota fiscal que demonstra que a troca foi bem sucedida. É o holofote sobre a cabeça na hora certa, no momento certo.

E a todo momento eu me pergunto... Por que eu escrevo mesmo?

Talvez seja simplesmente para fazer os outros sorrirem...

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domingo, 18 de outubro de 2009

Sobre relacionamentos...


Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim.
Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:

- Ah,terminei o namoro...

- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...

- Cinco anos... que pena... acabou...

- é... não deu certo...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.

Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?

E não temos essa coisa completa. Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível. Tudo junto, não vamos encontrar.Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.

Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar.... ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.

O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob pressão? O legal é alguém que está com você, só por você. E vice versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração ... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo. E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse ... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar... Ou se apaixonar... Ou se culpar... Enfim... quem disse que ser adulto é fácil ???


Arnaldo Jabour

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