quinta-feira, 30 de abril de 2009

Blogagem coletiva: O filme da minha vida

Pela primeira vez eu resolvi participar de uma postagem coletiva e confesso que foi uma tarefa árdua escolher apenas um filme sobre o qual falar. Eu sou completamente apaixonada por cinema e quando digo cinema, é cinema mesmo. A arte em si. Assisto filmes prestando atenção no figurino, direção, fotografia, atuação, enfim, seria impossível escolher apenas um filme que tenha me marcado ou que me passe a sensação de ser o 'da minha vida'. Eram tantos gêneros e tantos nomes que eu já estava ficando louca e quase desistindo. Ontem, resolvi pensar por prioridade. O que direciona a minha vida e meus pensamentos quando o assunto é seriedade e diversão? História. Pronto, a primeira parte do drama já havia sido vencido. Agora, só restava decidir por um entre os 50 mil filmes históricos ou com fundamento histórico que eu já assisti para falar sobre. Ao fim ficaram cinco: O Nome da Rosa, Cinzas da Guerra, Elizabeth, A Lista de Schindler e Cartas de Iwo Jima.

Vamos ao início. Por que História?

Pois é a minha grande paixão, além de dança, fotografia, textos... História é passado, presente e futuro. O passado é história lembrada, o presente é a história vivida e o futuro é a história imaginada.

O filme escolhido: Cinzas da Guerra


Eu não gosto muito de drama. Só se for drama muito forte, como Trainspotting (passou pela minha cabeça colocá-lo aqui, mas iam ficar pensando que eu sou viciada) ou o escolhido em pauta. Cinzas da Guerra ou The Grey Zone (Tim Blake Nelson,2001, Califórnia Filmes) conta a um pouco sobre o 12º Comando Especial de Auschwitz, que era um dos treze comandos especiais (zonas da morte), com enfoque para a vida de três judeus, entre eles um médico, que compactuavam com os atos dos nazistas para prolongarem seu tempo de vida. No meio da história, surge uma menina que sobrevive ao gás e daí começa a saga dos dois prisioneiros e do médico para salvá-la. Em paralelo, é mostrado o dia-a-dia das mulheres dos campos e a luta por suas vidas.

Por que eu gosto tanto desse filme?

Eu o assisti na escola, com uns amigos e a monitora de História que, na época, estava passando o filme para um aluno em dependência. Como sou fofoqueira e já tinha acabado meus afazeres, lá fui me meter e consequentemente me apaixonei.

Primeiro pela questão do Nazismo, assunto sobre o qual eu estou fazendo estudo aprofundado e não me canso nunca e, segundo pois durante todo o tempo os personagens são postos em situações limites, questionando até aonde estaríamos dispostos a ir para salvar as nossas vidas e as de outras pessoas. Outro fator que me agrada muito é a sutileza do filme. Apesar de ser extremamente forte, o tema é abordado na profundida e sutileza certa, desmistificando a idéia de que durante todo o tempo os judeus aceitaram o fato de serem feitos de mão-de-0bra forçada, assim como as mortes de suas famílias.


Ai, que dificuldade. Estou me sentindo em dívida com os tantos outros filmes bons que eu poderia ter escolhido. Enfim, tantarei me redimir citando alguns por aqui.

-> O sétimo selo, Em carne viva, E o vento levou, Cantando na chuva, O poderoso chefão, Lolita, Adrenalina, Pulp Fiction, Laranja Mecânica, Cama de Gato, Elizabeth, A conquista da honra, Snatch- porcos e diamantes, Clube da Luta, O traidor, Trainspotting, 21 gramas, Candy, A solução final, Lavoura arcaica, Bonequinha de luxo, O grande truque, O ilusionista, Step Up 1 e 2 e tantos outros que me marcaram.


Idéia e créditos da blogagem coletiva ao FIO DE ARIADNE.

2 comentários:

anselmo disse...

Ô rapaz... blogagem coletiva não dá pra mim. Sou egoista demais :/
Abraços bloguísticos!

1 de Maio de 2009 16:53
Pinguinzando disse...

hahaha
Só tu mesmo. beijos

2 de Maio de 2009 01:52
 

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