quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Coisas que só as mulheres entendem...

COISAS QUE SÓ AS MULHERES SABEM O SIGNIFICADO:

Aliança: Garantia financeira.

Amante: Homem que faz tudo aquilo que o marido nunca faz.

Amor impossível: Um pretendente pobre.

Batom: Poderosa arma feminina que deixa marcas fatais.

Bolsa: Membro essencial no funcionamento do corpo feminino.

Cansaço: Vontade de ficar sozinha.

Carteira: Principal órgão masculino.

Certeza: Quase certeza.

Confiança: Ação incompatível com os homens.

Dor de cabeça: Falta de vontade

Extravasar: Galinhar.

Falta de atenção: Falta de presentes.

Fracasso: Perder um homem para uma mulher mais magra.

Gravidez: Investimento a longo prazo.

Minutos: Horas. Principalmente antes de sair.

Maquiagem: Realce da beleza natural e disfarce de feiúra original.

Meia-calça: Camada de acabamento das pernas.

Namorado: Desculpa usada para despistar homens indesejados.

Nunca: Por enquanto não...

Pílula: Medicamento usado no momento certo e suspenso no momento oportuno.

Problemas conjugais: Ausência de orgasmo.

Satisfação: Verbete desconhecido no dicionário feminino.

Seios: Sinônimo de maçaneta, pois também abrem muitas portas.

Talvez: Sim.

Terapia de grupo: Shopping com as amigas.

Valorização: Flores no dia seguinte.

COISAS QUE SÓ UMA MULHER CONSEGUE...

* Passar a vida inteira, lutando contra o próprio cabelo.

* Comprar uma blusa que não combina com mais nada, só porque o preço estava irresistível.

* Ser tratada feito idiota pelo mecânico na oficina.

* Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.

* O poder de uma calça jeans para radiografar a estrutura do corpo.

* Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade, crise de nervos!

* Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.

* Assistir a um vídeo tape de futebol, só para fazer companhia ao gato!

* Lavar a calcinha no chuveiro. E depois pendurá-la na torneira, para horror do sexo masculino.

* Escutar que: mulher no volante perigo constante; homem do lado perigo dobrado...

* Depilar a perna de 15 em 15 dias - com cera!

* Rasgar a meia na entrada da festa.

* Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!

* Chorar no banheiro, se olhando no espelho para ver qual o melhor ângulo.

* Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.

* Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha .

* Ser chamada de tia por uns brotinhos bem gatinhos.

* Colocar uma cinta para disfarçar a barriga.

* Ficar completamente feliz, por que ele ligou.

* Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!

* Sorrir gentilmente para o cliente enquanto uma cólica louca te rasga como se fosse uma bazuca...

SÓ AS MULHERES ENTENDEM...

10. Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos;

09. A diferença entre creme, marfim, e bege claro;

08. Que chorar pode ser divertido;

07. Roupas soltas;

06. Uma salada, bebida diet, e um sundae de chocolate fazem um almoço equilibrado;

05. Descobrindo um vestido de marca em oferta pode ser considerada uma experiência de vida;

04. A inexatidão de toda balança;

03. Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é praticamente impossível;

02. Por que um telefonema entre duas mulheres nunca dura menos que dez minutos;

E O TÓPICO NÚMERO UM QUE SÓ AS MULHERES ENTENDEM:

01. AS OUTRAS MULHERES

Bateu saudade...

Graças a Deus! Está acabando o Ensino Médio.

A cada minuto que passa, a distância entre o passado e o futuro se torna menor e mais obscura. O futuro a Deus pertence!

A maioria de nós irá se separar. Muitos, há um ano atrás, nem se conhecia e, hoje, vivem uma densa amizade.

Durante o ano, convivemos, na maior parte do tempo, harmoniosamente, disseminando por onde passávamos que fazemos parte de uma grande e feliz "Família Verde".


Esse ano teve de tudo! Desde choros, festa brega, churrascos, ovada no Xarope(não podia deixar de comentar!), chopp na esquina e até cuecas arrancadas em sala.


O que dizer de pessoas tão diferentes que fizeram parte de 1 ano – talvez o mais importante - de minha vida? Todos são especiais, felizes, corajosos e verdes. Companheiros que fiz para a vida toda, outros que não sei se verei mais, porém, com toda certeza, forão muita falta e deixarão muita saudade.


Não poderia deixar de agradecer aos professores. Essa equipe maravilhosa e super bem preparada que não poderia ser melhor e estar mais ao nosso lado nesse ano tão difícil. As risadas na aula do Garbéro, dancinhas do Esquilo, H's do Gustavo, as bundas de rã do Vidal, mentirinhas do Marquinhos, imitações do Walace,dança da parábola e o ok, ok da Lu, OBS e CT's do Japiassú, o ta lentinho do Wendel, o lelê do Dudu, os elogios do Wilson e a ausência, mas nem por isso menos importante, do Collyer.


Os monitores e inspetores também foram essenciais nessa jornada. A paciência, a ajuda e as broncas. Sem vocês, nada seria posssível.

Não esquecendo das duas pessoas nas quais espero me espelhar como profissional, equilibrando a sabedoria e maturidade do Monty (embora esse tenha momentos de fragilidade com seu gatinho, o Floquinho) , com o carisma e a paixão do Bruninho.

Bruno que em poucos dias de aula conquistou a turma e foi escolhido, com muito carinho, nosso paraninfo.


Ser contador de histórias para mentes já formadas é nada mais do que uma tarefa árdua e surpreendente e, pelo mero contato que tivemos durante esse ano, posso dizer que fazem isso com brilhantismo, profissionalismo e muita vontade.

Coordenadores, supervisores, auxiliares em geral participaram do nosso dia-a-dia e acrescentaram gotas de bom humor e felicidade.

Bom, esse ano será inesquecível e com a ajuda de todos citados acima, e também os não citados, mas nem por isso esquecidos, o nosso muito obrigado, por tudo! Obrigado por acreditarem em nossos sonhos e nos ajudarem a crescer, buscando caminhos para concretiza-los.


Aos amigos:

Xarope, Vini, Xandy, Rafinha,Dayan, Negão, Vitor, De Luca, Mac do Cavaco: Vocês me fizeram rir como nunca! Sejam sempre esses meninos e amigos maravilhosos que fizeram do nosso ano, cheio de risadas!


Ohaninha me mostrou que ainda se pode ser forte e feminina ao mesmo tempo, encantando a todos e me matando de risadas com as nossas teorias esquisitas sobre como os desenhos animados dançam...


Lipe: Apenas uma frase te define "Meu amigo de fé, irmão camarada!". Esquisito, mas amigo. Carinhosamente apelidado de Lóide pela turma, vai ficar no meu coração para sempre!


Vê, Bel, Tati, Nine: Na época em que eu mais precisei, vocês estiveram ao meu lado. Desculpe os erros cometidos e saibam que também ficarão para sempre. (Verônica além de tudo, me ensinou a dançar no balcão!)


Ju e meninas: Aprendi a curtir a vida adoidado, com vocês. Me fizeram rir e a enxergar que nem tudo precisa ser sério.


Taiza e meninas: Estudem e alcancem seus objetivos com graça e simpatia. Sempre sorrindo!


Gabi, Bia, Tesla e Bruna: É muito difícil encontrar amizade como a de vocês. Agradeço por cada uma ter me mostrado um pouquinho do tamanho do coração de vocês. Que a amizade de vocês perdure sempre!


Enfim, que todos atinjam seus objetivos na medida em que os desejam e acreditem que cada um de vocês ficará em minha lembrança e coração.

Já com muita saudade,

Dani



terça-feira, 21 de outubro de 2008

Estressadinho!


Em tempos de crise, como diz a minha mãe: "Quando um urubu tá cagado, o debaixo caga no de cima!" - ditados de uma mulher culta- a vida tá ruim até para o meu dog. Correndo de um lado para o outro, o bichinho ficou estressado.

Um coça-coça infernal, rosnando de um lado para o outro, late que late, um saco total! Aí, a minha mãe, já desesperada, diz que o bicho tá doente, que vai morrer...Coisas de mãe...
Pego o telefone e ligo para o pai dos pobres (o meu) e, como sei que ele é um grande conhecedor do mundo animal - mais até do que de humanos- perguntei o que poderia ser para não sair como louca para o veterinário, que é em Jacarepaguá, e eu moro no Maracanã!
Sabe o que ele disse? Que é stress! Ah, faça me o favor! Realmente ele tem muitas contas a pagar, filhos a criar e o aluguel então, nem se fala! Pqp...
Vou encomendar uma tarde em um SPA para ele.

Então, tenho que dizer...Meu cachorro é uma bichona que fica nervosinha por qualquer coisa. E como o chamava um amigo querido, Satanás, pois além de fresco, é chato!

Iu, iu, iu, um terráqueo abiduziu! Hahaha

Depilação Cavada...

Roubei da dona do Ai, meus sais!, carinhosamente chamada de Ju, embora eu nem a conheça...Já havia recebido por e-mail, mas nem dei importância...

“Tenta sim. Vai ficar lindo.” Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.

Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada? Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era prá fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às… deixa eu ver…13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável.. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal! Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.

Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de ‘Calígula’ com ‘O Albergue’. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão.

Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era ‘O Albergue’ mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- É… É, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro. Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Arreganhada, né? Ela riu.

Que situação! E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você? Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó. Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.

- “Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto”. Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta”.

Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada. Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada. Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo.
O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim… sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas, de repente, fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu tuin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado. Pô.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão? Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa …

- Baixa a calcinha, por favor.Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora. Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada!!!

Mitos e criações

Há um tempo atrás eu estava fazendo um estudo sobre milhares de coisas ao mesmo tempo. Um dos meus grandes defeitos, querer fazer milhares de coisas ao mesmo tempo. Ainda bem que na maioria das vezes eu consigo terminar tudo sem causar o fim do mundo.
Enfim, no meio desses estudos encontrei um blog que falava sobre Tiradentes e coisas mais (além da foto do pênis de Rasputin, que segundo o autor tinha 28,5 cm). O que me chamou a atenção, foi que o mito de Tiradentes foi implantado de tal forma, que todos acreditam, até pessoas instruidas...

Engraçado reparar como Tiradentes é um mito criado, para não se dizer forjado, à imagem do que precisavam na época. Por exemplo, um homem, antes de ser enforcado, tinha sua barba e cabelos raspados, para diminuir a chance de salvar-se. Naquela época, acreditava-se que qualquer coisa que interferisse na execução de um homem, poderia ser Deus intervindo a seu favor.
Então, fica a critério de cada um acreditar ou não no que a História contada a todos diz.
Se pararmos para analisar ainda profundamente, Tiradentes serviu apenas de lição para qualquer outro que tentasse algum ato considerado contra o modelo de governo, mas da forma que é retratado, maltrapilho e extremamente pobre, gera controvérsias pelo fato de ter sido um faz tudo em sua época.
Era uma espécie de cirurgião, dentista, médico, coisas que na época proporcionavam uma condição boa, ainda nmais em MG, que possuía grandes problemas populacionais, sanitários e com relação à saude.


"Tiradentes

Como eu já havia dito aqui antes, quem tem olho em terra de cegos não é rei. Hoje comemoramos o dia de Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira e herói nacional. Lutou pela independência do Brasil em relação a Portugal, foi enforcado, esquartejado e teve a cabeça pendurada em um poste.


"Esta terra há ser um dia maior que a Nova Inglaterra! Mas as suas riquezas só as poderemos alcançar no dia em que nos libertarmos do jugo dos portugueses para sermos os senhores da terra que é nossa."



Pedreiro é preso por matar rival na baixada!


"Policiais da 64ª DP (Vilar dos Teles) prenderam ontem o pedreiro Ivo Heleno de Maria, 45 anos, conhecido como Bigurrilho. Ele confessou ter matado, no dia 6, seu rival Anselmo Pereira da Silva, 49, por ciúmes: os dois eram amantes da mesma mulher, Marlene Pereira da Silva, 39.

O crime ocorreu em frente ao Motel White House, em São João de Meriti. Bigurrilho contou que viu quando Marlene e Anselmo se encontraram num ponto de ônibus perto do motel. O acusado, que mora no Parque Juriti, próximo ao local do crime, foi em casa, pegou revólver calibre 38 - que pertence a um PM de Pernambuco - e o descaregou nas costas e no peito de Anselmo. Antes, ainda chamou por Marlene e perguntou quem era seu acompanhante.

Em depoimento na 64ª DP, Marlene contou que havia terminado o relacionamento com Bigurrilho por causa de suas crises de ciúmes.

"Tem que conversar"
Bigurrilho se disse arrependido, mas acusou Marlene de enganá-lo. "Se a pessoa não quer mais ter uma relação com a outra, tem que conversar. Ou a pessoa está ou não está com a outra. Ela falhou em não me falar que tinha outro cara. Nunca andei armado e só atirei porque pensei que ele fosse puxar alguma coisa para mim", alegou o pedreiro, que é casado e tem três filhos."

Gente, vai que a moda pega? Hahaha! Putz, sem querer falar mal, alguns amigos meus terão sérios problemas se a moda pegar!
Essa dona Marlene deve ser um perigo, hein! Agora, vamos combinar que para aturar a amante ter um amante deve amar muito. E o corno? Que fim levou?
Quando digo que o mundo está de pernas para o ar ninguém acredita...

Em tempo: Agora, armas pulam do cós das calças das pessoas sozinhas, e ainda temos que aturar motoristas que andam armados...Vai ver ela estava cansada de ficar presa e resolveu dar uma voltinha...

De saco cheio desse caso...


Eu jurei que não escreveria nada sobre isso, ainda mais assim, logo no início do blog, mas não dá.

Essa semana o Brasil, se não o mundo inteiro, ficou a postos para saber o desfecho do caso de sequestro em São Paulo - exceto eu, que não quis saber de nada, graças a Deus!- que acabou terminando em tragédia.

Não ia opinar sobre o fato, só que a chateação que a imprensa está causando é tão grande, que não dá para ficar calada. Primeiro, acho um desrespeito com a família das meninas, ficar batendo na mesma tecla cinquenta vezes por jornal. Parece até o caso da Isabella Nardoni, que perdurou dias a fio e em alguns meses, foi esquecido. Basta que surja um caso novo e a sociedade já esquece do outro.

Outra coisa que muito me irritou foi o fato de milhares de pessoas comparecerem ao velório da pobre garota. Eu só estive em dois velórios em minha vida. Um, do meu melhor amigo no início de janeiro desse ano e, o outro, da minha bisa. Enfim, é a pior hora da vida de qualquer ser humano. Não há nada pior do que ficar ali olhando o ente querido, sonhando com o momento em que ele vai acordar e sabendo que isso, por mais que você queira, não vai acontecer.

Tudo bem, estar ali é mais do que uma obrigação, é uma chance de dar um ultimo adeus, mas aí você percebe que tem milhares de pessoas desconhecidas à sua volta competindo com a família e amigos. Um absurdo total! Minha companheira de trabalho disse que sou insensível, mas que as pessoas vão lá por falta de trabalho! Um absurdo total! Haha...Tive que concordar com ela. Assumo que não sou uma das pessoas mais delicadas do mundo, mas daí a ter que aturar ver gente que nunca soube da existência da garota na face da terra chorar horrores com a morte dela, já é demais!

Outra coisa que me deixa chocada e que eu acho completamente desnecessária, são aqueles obituários em jornal. Tudo bem, colocar um ou dois dias o falecimento para conhecimento público (embora eu seja uma das poucas loucas que eu conheço que lê obituário...), mas daí a ficar o mês inteiro colocando aquilo? O morto qualquer dia vai ler...

Comentando sobre a ineficiência da polícia de São Paulo...

O que foi aquilo? Gente, com todos os podres da PM do Rio, se fosse aqui, no mínino, o garoto estaria morto e as meninas, vivas! É melhor chorar a morte do sequestrador do que olhar o sofrimento da mãe da menina.
Mas pensandopor outro lado, como os policiais, que estavam apenas cumprindo ordens, de frente na operação devem estar se sentindo? Uma angústia tremenda...

Enfim, nada mais a declarar, apenas que o mundo está de cabeça para o ar! Pinguinzarei do trabalho e amanhã estou de volta!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Nhoc, nhoc...




A saga pelo vestibular continua e, para aliviar um pouco a tensão (as pessoas andam dizendo que estou estressada!), resolvi escrever sobre as coisas que me incomodam.

Então, vai, pinguinza aí!